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Autoestima

Autoestima: por que “se amar mais” não é a solução completa

Por Beatriz Fontes, CRP 15/7810 · 13 de outubro de 2026

“Basta se amar mais.” Quem convive com baixa autoestima já ouviu essa frase muitas vezes — e sabe que, na prática, ela não funciona como um interruptor.

A autoestima tem história

A forma como nos enxergamos se constrói muito cedo, nas relações com quem cuidou de nós, nos olhares que recebemos, nas comparações e exigências que internalizamos. Por isso, ela não se resolve só com força de vontade ou frases positivas.

Quando a cobrança vira voz interna

Muitas vezes a baixa autoestima aparece como uma voz crítica constante: “não é suficiente”, “poderia ter feito melhor”. Entender de onde essa voz vem é parte importante do processo.

O que muda na análise

No espaço analítico, a pessoa pode falar livremente sobre como se vê e sobre as marcas que a construíram. Aos poucos, a relação consigo mesma se transforma — não por imposição, mas por elaboração.

Para concluir

Cuidar da autoestima é um processo gradual de se conhecer, e não de se obrigar a gostar de si. Ter uma escuta qualificada nesse caminho faz diferença.

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Este conteúdo tem caráter educativo e informativo, produzido pela Psicóloga Beatriz Fontes (CRP 15/7810). Não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento psicológico individualizado. Se você está passando por sofrimento emocional significativo, procure ajuda profissional.