Maternidade e identidade: quem eu sou além de mãe
Amar um filho e, ao mesmo tempo, sentir falta de si mesma. Essa ambivalência é muito mais comum do que se fala — e raramente é dita em voz alta.
A maternidade reorganiza quem somos
Com a chegada de um filho, o tempo, o corpo, a carreira e os vínculos mudam. É natural que a mulher se pergunte onde ficaram seus desejos, seus projetos, seu nome além do “mãe de”.
Sentimentos que pouco se permitem
Cansaço, culpa, saudade da vida de antes e até arrependimento passageiro convivem com o amor. Sentir tudo isso não faz de ninguém uma mãe pior; faz dela uma pessoa inteira, que precisa de espaço para falar sem julgamento.
Um espaço para você, não só para a mãe
A análise oferece um lugar onde a mulher pode falar de si, sem ter que ser exemplo de nada. É nesse espaço que a identidade se reorganiza, integrando a maternidade sem apagar o resto.
Para concluir
Você pode ser mãe e continuar sendo você. Cuidar de si também é cuidar de quem está ao seu redor.
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