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Maternidade

Maternidade e identidade: quem eu sou além de mãe

Por Beatriz Fontes, CRP 15/7810 · 13 de outubro de 2026

Amar um filho e, ao mesmo tempo, sentir falta de si mesma. Essa ambivalência é muito mais comum do que se fala — e raramente é dita em voz alta.

A maternidade reorganiza quem somos

Com a chegada de um filho, o tempo, o corpo, a carreira e os vínculos mudam. É natural que a mulher se pergunte onde ficaram seus desejos, seus projetos, seu nome além do “mãe de”.

Sentimentos que pouco se permitem

Cansaço, culpa, saudade da vida de antes e até arrependimento passageiro convivem com o amor. Sentir tudo isso não faz de ninguém uma mãe pior; faz dela uma pessoa inteira, que precisa de espaço para falar sem julgamento.

Um espaço para você, não só para a mãe

A análise oferece um lugar onde a mulher pode falar de si, sem ter que ser exemplo de nada. É nesse espaço que a identidade se reorganiza, integrando a maternidade sem apagar o resto.

Para concluir

Você pode ser mãe e continuar sendo você. Cuidar de si também é cuidar de quem está ao seu redor.

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Este conteúdo tem caráter educativo e informativo, produzido pela Psicóloga Beatriz Fontes (CRP 15/7810). Não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento psicológico individualizado. Se você está passando por sofrimento emocional significativo, procure ajuda profissional.